7 de setembro de 2008

Notas




É triste como as coisas acabaram. Não precisava ter sido assim. :( Ele sai pela porta dos fundos, deixando de ser apenas uma pessoa egoísta e sem maturidade pra vida que finge ter, para se tornar um ser humano desumano. Já pensou quanta gente por aí se encaixa nessa contradição?

Não tiro os méritos, às honras, nem todo o louvor mas o desfecho foi tão ruim que o brilho dos momentos raros e a felicidade estampada que tampava todo o mimo e fazia a mesquinhes ser esquecida, se apaga. Parece que nesse caso, fica só a última impressão.

Se tivesse sido comigo, talvez doesse menos mas mexeu com gente importante demais pra mim para haver meio termo.

***

Essa semana, voltou à tona uma questão que há tempos tenho reparado. Você já notou que quanto menos poder uma pessoa tem, mais este lhe sobe à cabeça?

Lembro de um homem educado, de voz mansa e fala baixa que em meio ao alvoroço, explicava quantas vezes fosse possível sem pestanejar ou se fazer de cansado, mesmo sendo a ele quem todos deviam obedecer. E à sua volta, um monte de gente agitada, ansiosa, delegando funções e dando ordens sem metade da destreza daquele que realmente mandava ali.

Daí essa semana aconteceu de novo e comigo. O poder delegado fez com que uma pessoa crescesse a ponto de perder a educação! Gente, bom dia se responde com bom dia até quando se está no elevador em plenas 7 da manhã com gosto de ainda tô acordando na boca! Pois é. Foi nesse nível.

Eu fico impressionada como o pouco poder que uma pessoa nem possui a transforma.

Definitivamente, existe duas situações na qual se pode conhecer o homem, quando ele tem poder e quando ele não tem nada a perder.

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