25 de agosto de 2010


Sabe, eu gosto do que eu faço. Acho mesmo que não conseguiria trabalhar em algo que não me desse prazer. Gosto de ter meu dia encantado pelas minhas crianças, de vê-las crescendo, aprendendo e tendo minhas pílulas diárias de gracejos e idéias inocentes de quem ainda não foi impregnado pelo mundo dos adultos.

O meu desgaste é fora de sala de aula. Criança pode estressar, fazer birrar, desobedecer, fazer manha mas é tudo tão esperado, tão compreensível. emtorno é que acaba com a saúde do professor.

Em meio a falta de ajuda de uma turma seriada das qual tendo dar conta, uma das crianças que tudo indica que seja hiperativa, deu rise de novo. Desde o início da aula eu estava sinalizando a agitação e que em algum momento aquilo iria chegar a um ápice. Segurei quanto pude.Até que na hora de organizar para saída, a diretora resolveu ver o que eu vinha alertando desde hora que bati os olhos naquela criança quando ela entrou na escola.

A turma vinha agitada do parqu, tinha que descer escada, tenho bebês que acabaram de completar 2 anos e outros de 3 e 4. Coloquei os menoresp erto de mim e desci a escada no melhor ritmo possível para poder protegê-los e voltar para atender que, estava precisando mais de mim naquele momento.

No entanto, quando os coloquei em sala, a dretora desceu com a criança que faltava aos prantos e me questionou a desorganização da fila e porque, se aquela criança que estava dando problema, não era a primeira da fila. Eu falei dos bebês, uma vez que eles não descem escada sozinhos e a criança que estava com ela é a maior da turma, em idade, peso e tamanho. Tenho cereteza que ficou me esperando. Era só um pouco de atenhção da tia que essa criança precisava e sabia que ia ter no meu retorno que foi interrompido pela interevenção da professora.

Em meio a confusão das crianças pedindo água, empolvorosas ao virem do rque, da hora da saída e desta criança chorando, ela me disse ue a outra professora do maternal desce com as rianças de uma forma melhor e que ia pedsir a ela para que me ensinasse. Esta professora´e filha dela, não tem experiênia nem a minha formação.

Foram tantas arbitrariedades que ouvi e acumulei nesses anos de trabalho lá que nãoaguentei. Eu respondi. Bati de frente. Falei a altura. Eu já tinha conluído no último ato de humilhação que minha diretor me fez passar que ela é o tipo de pessoa que precisa de um chega-pra-lá para respeitar o subordinado.

Eu sou um bom pau mandado. faço tudo! Sigo regras, chego na hora, não vejo eu horário, faço até serviço dos outros mas chega! acumulei demais! Sapo atrás de sapo, cuspi tudo o que tinha entalado.

Ela disse que eu era funionária é que não admitia que falasse daquela forma, e eu respondi que não é porque sou funionária que ela podia falar comigo da maneira que quizesse.

Eu confesso que por dentro estou alivida e ainda falei pouco! Voltei atrás na hora que devia e não prosegui com aquilo. Mas fico com uma sensação esquisita de desrespeito para com ela mas tudo o que funcionário faz de bom é obrigação e tudo o que patrão faz é admissível! Salário atrasar, desconto, te obrigar a fazer hora extra, inventar relatórios...

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