21 de janeiro de 2007


Impressionante como tem coisas que não conseguimos forçar, né!?

Ontem foi niver do meu primo e parei pra observar a família reunida em peso...

Era tão óbvio os núcleos, as proximidades; No todo, a união. Afinal, todo mundo estava ali mas de fato, cada um com seu cada um.

Enquanto me revirava por minha afilhada ser mais apegada a minha prima, o que se explica porque ela paparica a menina e eu nunca fui uma presença muito marcante, por outro tinha o meu afilhado, pré-adolescente, maior que eu que deu seu jeito de ter um tempinho só comigo.

Aliás, depois de descobrir que ele agora também é virtual, recebo no MSN a seguinte mensagem: "Oi dinda!" Achei fofo mas continuei sem saber se ria ou chorava. Ele cresceu!
Eu gosto desse movimento, desse burburinho de família. E a minha, é uma comédia com todos seus prós e contras encontrados em todas as melhores árvores genealógicas do mundo!
Pra completar o dia, fui parar numa boate, no niver de uma amiga. Olhei envolta e foi como me ver no antes e no agora. durante o dia de onde vim com direito não só a família mas também aos amigos que já são da família faz é tempo! E de outro, o mundo das escolhas, de onde optei participar, onde vou e com quem porque decidi assim.

Qual dessas duas realidades é a inventada? Qual irá sobreviver? Não sei...mas uma coisa é certas, são ambíguas.

Alguém me responde: você é o mesmo sempre?

Eu sou mas com algum diferencial. Às 3 da manhã, já não era mais a mesma das 5 da tarde.

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