E o carnaval que começou triste e injusto, passou pela possibilidade do insalubre, percorreu bloco, serviu para rever e juntar amigos e terminar numa quarta-feira de cinzas entre a família. A "primaiada" toda reunida! Gosto desse burburinho, embora minha anti-sociabilidade berre de ante-mão. É porque família tem cada uma, viu. Não vou nem para p/pensar nas da minha!
Continuo cantarolando Peixe Vivo d Milton Nascimento, pensando na minisérie Jk, ligando ao Wagner Moura, de quem sou fã, vendo a abertura acontecer na minha frente, recordando que ela faz parte do meu repertório para cantar para os pequenos na escola acalmarem e sentindo uma baita falta do Diego. E dele vem a sensação de injustiça que existe no mundo. da próxima vez, quando não for com a cara de alguém vou acreditar que é sexto sentido. Implicância é o caramba!
Detalhe: acho que era pra ter rolado uma DR (discutir relacionamento) em pleno o carnaval. Tô pagando p/ñ me estressar até segunda. Mas sabe, quando senti minha alteração, respirei (quase que cachorrinho rs) e dei de ombros (força de expressão). Eu sai do lugar. "Revi meus erros. Me reinventei. Virei a página. Agora eu tô em outra" Não tenho vocação p/tatu sque se enterra e fica lá no buraco. P/ frente é que se anda. E se é que existe resposta para essa questão, ninguém está andando p/trás. A questão é que todo mundo andou. Parece que só uma pessoa ficou para trás. Tudo resolvido. Bola pra frente! Até para resgatar o antes que era doloroso e bom e hoje pode ser só bom. Caíram as cascas das feridas. Graças!
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