2 de abril de 2007
Enquanto a professora tentava me fazer participar da apresentação do grupo que dão seminário em ala, se revirando a cada coisa absurda que eu perguntava e se incomodava com meu silêncio. Logo eu, uma aluna tão participava, tão "pra fora", eu anotava as coisas tentando não olhar para ela. Dói. Mas não mais pelo que é mais pelo que foi. Eu tenho a insuportável reação de largar as pessoas de mão então desgostar das. Elas se tornam indiferentes mas não apago de mim e impressão de que era bem melhor antes quando tudo a bem. Era apatia, total desprezo. estava fechada, na defensiva. Pretendendo não olhar para cara dela pra não sofrer mas atenta.
Por fim, foi na pressão mesmo. "Valendo um ponto Caroline, responde! "
Definitivamente a professora é mesmo frágil. Não soube como agir diante minha não reação e não teve sensibilidade pra notar nada além do que via. eu abri a boca e respondi do alto de um arrogância que ainda foi aplaudida pela turma que achou que eu seria incapaz por não estar nem aí pra aula. Ainda catuquei: "É um erro constante a pessoas acharem que porque estou quieta, não estou nem aí" A minha vontade era dizer : "Só quero ficar na minha. Prefiro hoje não me expor. Às vezes cansa. Sou obrigada?"
Mas o dia valeu, como sempre é o que salva o dia, pela ociosidade na sala dos estagiários. Com o piripaque do nosso supervisor, ficamos toda a equipe na sala de papo falando uma besteira pior que a outra!Um cima agradável, gente inteligente, divertida com quem me sinto bem.
Se supervisor soubesse o que estagiário ocioso faz, ia mesmo morto! rs
Tô rindo até agora da relação de nomes estranhos e do nome da futura cachorra da Patrícia. Definitivamente, estamos no curso certo.hahaha
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário