4 de março de 2008


Eu odiei ele com todas as minhas forças!
À princípio, ele me pareceu familiar e tudo levava a crer que seria como todas as outras pessoas que me foram apresentadas mas o decorrer das horas provou outra coisa.

Um, a brincadeira sem objetivo, virou a referência maior daquele encontro e ele me limitou aquilo. Eu que fujo tanto do preconceito provei do veneno que não distribuo (ou ao menos tento).

Em mente, já havia uma idéia pré-concebida sobre mim. Não precisava me conhecer,não adiantou falar, justificar, ser simpática, brincar...Eu era aquilo que ele tinha pré-concebido e ponto.

Manteve fechado e distante toda a noite. Uma troca bem ruim essa, viu. Uma pessoa boba, tosca que me fez sentir energia ruim e me tirou do sério.

Houve risos, alegrias e felicidade e eu quase me permitir quebrar quando ele mexeu com o que me é de mais precioso: meus sentimentos. Pôs em dúvida, perguntou, retrucou, quis levar à questionamentos e mesmo tendo a negativa para todas as suas tolas desconfianças, agiu por sob um véu de respeito o resto da noite dentro da fantasia que ele teceu.

Não foi respeitável. Não foi consideração. O que se derá somente na minha ausência foi a confirmação de que sofri pré-conceito (preconceito) de alguém que nem se interessou em descobrir se havia concluído verdades.

Parece radical, não é? Pois é. Mas fiquei à flor da pele com essa situação e no mais, costumo tratar como me tratam.

Quem sabe escrevendo eu exorcizo ou "desodeio".

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