
Sim. Eu estava lá. O movimento agora me é tão familiar que nem desconforto causou. Queria apenas ter podido agir solta como sempre mas estava acompanhada demais pra isso. Não havia como fazer todos entenderem aquelas engrenagens, visto serem marinheiros de primeira viagem.
Ainda deslocalizada por pura falta de raciocínio em meio à ansiedade e um tanto deslocada, ás vezes, já sou daquele lugar. As pessoas ainda não me percebem mas é ótimo ser futa-cor! Porque ás vezes é mesmo o social que me desanima.
A grandeza daquele lugar que me fez apaixonar de pronto, agora cabe na palma da minha mão. Já sei onde estar, ficar, como me colocar e aprendi tanto que já estou ensinando. Vê se pode!
A proximidade com os meninos me faz transcender. E mesmo eu sendo apenas mais uma ali na platéia e ele, ELES, no palco, no meio do palco, me enche de vida! É uma emoção de alma saindo do corpo que me entorpece, envaidece, preocupa.
As câmeras, as luzes, os fotógrafos, os burburinhos, as gargalhadas de piadas internas que já compartilho e decodifico, a minha visível exaltação e a notável figura de cada um.
Um rosto familiar para eles, e uma realidade que pulou da minha tv não sei ao certo que horas mas que vou investir para saber o porquê. Esse mundo me chama, me instiga, me interroga e eu digo, com medo: Eu vou!
Afinal, quero muitas segundas-feiras assim...
Ainda deslocalizada por pura falta de raciocínio em meio à ansiedade e um tanto deslocada, ás vezes, já sou daquele lugar. As pessoas ainda não me percebem mas é ótimo ser futa-cor! Porque ás vezes é mesmo o social que me desanima.
A grandeza daquele lugar que me fez apaixonar de pronto, agora cabe na palma da minha mão. Já sei onde estar, ficar, como me colocar e aprendi tanto que já estou ensinando. Vê se pode!
A proximidade com os meninos me faz transcender. E mesmo eu sendo apenas mais uma ali na platéia e ele, ELES, no palco, no meio do palco, me enche de vida! É uma emoção de alma saindo do corpo que me entorpece, envaidece, preocupa.
As câmeras, as luzes, os fotógrafos, os burburinhos, as gargalhadas de piadas internas que já compartilho e decodifico, a minha visível exaltação e a notável figura de cada um.
Um rosto familiar para eles, e uma realidade que pulou da minha tv não sei ao certo que horas mas que vou investir para saber o porquê. Esse mundo me chama, me instiga, me interroga e eu digo, com medo: Eu vou!
Afinal, quero muitas segundas-feiras assim...
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